sábado, 12 de janeiro de 2008

O Portal dos Empreendedores

Chama-se ‘Quero Mais’ e é o mais recente portal integrado no MSN português. A Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE) aceitou o desafio do gigante Microsoft para criar, naquela popular ferramenta, um portal, onde o tema dominante é o empreendedorismo.

O ‘Quero Mais’ já está “online” e materializa a estratégia há muito perseguida pela ANJE de levar a iniciativa empresarial a um público cada vez mais jovem. Porque a atitude fomenta-se desde cedo.

José Cottim de Oliveira, membro do conselho de gestão da ANJE, adianta: "A ANJE tem vindo a apostar na promoção do empreendedorismo entre públicos cada vez mais jovens por acreditar que é nessa idade que se define, entre outras coisas, a postura e a atitude que o indivíduo terá perante a profissão e a vida”.

Empreendedorismo, oportunidades de negócio, financiamento, gestão de carreira, formação, ensino, técnicas de procura de emprego, preparação para entrevistas, casos de sucesso e ética empresarial e partilha de experiências são apenas alguns dos conteúdos que pode encontrar no ‘Quero Mais’ em

http://keromais.pt.msn.com/

Os conteúdos deste canal são produzidos pela ANJE e têm uma actualização regular.

Excertos do texto de Cátia Mateus
Revista EMPREGO
Jornal EXPRESSO

domingo, 6 de janeiro de 2008

O QUE É O ESPÍRITO EMPRESARIAL?

Mais uma vez, aproveitamos um texto, bastante interessante, da revista “Dirigir”, para deixar mais uma resposta ao post “O que é o espírito empresarial”:

O espírito empresarial diz respeito às pessoas e às suas opções profissionais. É acima de tudo uma atitude mental que engloba a motivação e a capacidade de um indivíduo, isolado ou integrado numa organização, para identificar uma oportunidade e para a concretizar com o objectivo de produzir um determinado valor ou resultado económico.

Os empresários constituem um grupo heterogéneo e provêm de todos os estratos socioculturais. Porém, existem características comuns ao comportamento empresarial, como sejam a disponibilidade para assumir riscos e gosto pela independência e pela realização pessoal. Também a capacidade criativa parece ser essencial.

De facto, para transformar uma ideia comercial numa experiência de sucesso é necessário combinar a criatividade ou a inovação com capacidades de gestão rigorosa, de modo a optimizar o desenvolvimento da empresa ao longo de todas as fases da sua existência.

Isto, obviamente, ultrapassa a simples gestão quotidiana e prende-se com as ambições, a forma de realização pessoal e as capacidades de cada indivíduo.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Então, o que é o espírito empresarial?

Fico a aguardar respostas. Sejam corajosos.

Andreza Ribeiro

sábado, 1 de dezembro de 2007

PORQUE É IMPORTANTE O ESPÍRITO EMPRESARIAL?

O espírito empresarial contribui para a criação de emprego e para a modernização e crescimento da economia. Cada vez mais, são as empresas novas e pequenas, e não as grandes, as maiores criadoras de novos postos de trabalho. Os países com maior aumento das taxas de iniciativa empresarial tendem a ter maior decréscimo subsequente das taxas de desemprego.

O espírito empresarial pode também contribuir para reforçar a coesão económica e social de regiões cujo desenvolvimento sofre de mais atraso, para estimular a actividade económica e a criação de emprego ou integrar os desempregados ou os desfavorecidos no meio laboral.

O espírito empresarial é crucial para a competitividade. As novas iniciativas empresariais, de criação de uma nova empresa ou de reorientação de uma já existente (por exemplo, após a transferência da empresa para um novo proprietário), aumentam a produtividade, na medida em que fazem subir a pressão competitiva, forçando as outras empresas a reagir mediante o melhoramento da eficácia ou a introdução da inovação. Mais eficácia e inovação empresariais – na organização, nos processos, nos produtos, nos serviços ou nos mercados – reforçam a posição competitiva da economia como um todo. O que traz vantagens para os consumidores, oferecendo-lhes mais possibilidades de escolha e preços mais baixos.

O espírito empresarial liberta o potencial de realização dos indivíduos. Sabe-se que uma ocupação não constitui apenas um modo de ganhar dinheiro. As pessoas utilizam outros critérios nas suas escolhas relativas á carreira profissional, tais como grau de segurança, nível de independência, natureza das funções e oportunidades de realização no trabalho.

Para alguns, que não conseguem encontrar um trabalho satisfatório, a opção pela carreira empresarial pode ter origem, em parte ou totalmente, na necessidade económica. No entanto, muitos outros tornam-se empresários, não apenas por motivações materiais (dinheiro, estatuto social) mas por razões de realização pessoal, em que a liberdade de acção, independência e gosto pelo desafio podem ser factores particularmente valorizados.
In “DIRIGIR”

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Plano de Negócios / Business Plan

Segundo o IAPMEI, “O Plano de Negócios é o principal documento de estruturação de um projecto empresarial e a base de apresentação do projecto a interlocutores externos, com destaque para investidores: banca, empresas e parceiros, bem como sociedades de capital de risco, entre outros.

Para os empreendedores, o Plano de Negócios é também um instrumento de trabalho fundamental, que agrega e sistematiza informação prática para a concretização do projecto e para a antecipação e resolução de problemas”.

Caso tenha curiosidade em conhecer a estrutura de um Plano de Negócios, poderá consultar o site da APDES - Agência Piaget para o Desenvolvimento, que simpaticamente nos disponibiliza “O Plano da Minha Empresa”.

www.apdes.net
Deixamos o caminho: conteúdos/núcleo 2/O Plano da Minha Empresa.

Bom trabalho para todos aqueles que, tal como nós, se encontram nesta fase.

Os alunos do 10º C.

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Potencialidades do Empreendedorismo

Este ano lectivo juntaram-se ao Adão, à Cátia, à Andreia, ao Sérgio, ao José, à Sofia, ao Rui, ao Flávio, à Marlene, à Nídia, à Elizabete, à Vanessa, a Keula, o Luís Fernandes, o Luís Horta e o Marco Mira. Todos juntos constituem o 10º C do Curso Profissional de Técnicos de Comércio. Aqui ficam as conclusões do primeiro tema trabalhado “Se na minha região existissem muitos jovens empreendedores, o que mudaria?”

“surgiam novos negócios (empresas) que antes não existiam”
Vanessa/Keula

“criavam-se mais empregos porque as empresas crescem e precisam de colaboradores”
Andreia/Flávio

“surgiam produtos e serviços no mercado que tornavam desactualizados os produtos e serviços existentes (inovação)”
Adão/Rui

“corriam-se riscos, mas surgiam produtos que em troca davam lucro (criação de riqueza). Os riscos podem e devem ser calculados.
Luís Fernandes/Luís Horta/Marco Mira

“haveria mudança. As pessoas mudam a sua forma de trabalhar, de agir e de se relacionar, o que leva a que fiquem mais atentas para identificar novas oportunidades”
Elisabete/Marlene/Nídia

“as vendas aumentariam (crescimento), logo a empresa teria mais lucros. Seria também uma comunidade mais rica”
Zé

“criava-se valor para os clientes e consumidores explorando oportunidades que nunca foram exploradas”
Sérgio

"as escolas da zona teriam mais disciplinas a ensinar o empreendedorismo"
Marco Mira/Luís Horta/Nídia

"levaria a economia e a própria sociedade a evoluir e a progredir"
Keula/Sérgio/Vanessa

“desenvolvimento e reconhecimento para a zona onde moro, que se reflectia em desenvolvimento para o país”
Zé

“um trabalhador assalariado também pode fazer a diferença e ser um agente de mudança na empresa onde trabalha (intraempreendedor/empreendedor interno)".
Sofia/Cátia

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

UMA CIDADANIA PARTICIPATIVA DESENVOLVE COMPETÊNCIAS EMPREENDEDORAS

Inicia-se agora um novo ano lectivo, abrem-se aos jovens novas portas do conhecimento. Uns chegam entusiasmados, curiosos, com urgência em aprender. Outros, chegam sem pertencer a lugar nenhum, procurando apenas um caminho, o caminho que os levará ao seu próprio encontro. Outros ainda, chegam alheios, quem sabe, tentando recuperar um passado que já não lhes pertence.

Seja como for, são os nossos jovens. Vale a pena apostar em cada um deles. Desistir, é negar a nossa essência e renunciar a uma sociedade mais preparada e mais justa.

Este ano, confrontei-me, mais uma vez, com jovens com 15, 16, e até 18 anos que passaram as férias, segundo eles, aborrecidos, sem nada para fazer. Comparei, quase involuntariamente, com outros jovens que conheço que praticaram voluntariado, que participaram activamente na vida da comunidade onde se inserem, através de associações e de partidos políticos.

Penso que é fundamental e urgente ajudar os jovens a assumir uma postura activa e interveniente no seio das comunidades de que fazem parte (escola, emprego, associações, partidos políticos…), porque só enquanto realidade vivida é que a cidadania pode ser efectivamente construída. Sentir-se escutado, respeitado, ver valorizada a sua opinião, discutida ou aprovada a sua ideia, desenvolve competências fundamentais para uma cidadania sã e para o empreendedorismo.
Andreza Ribeiro